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Rogate no mundo

O desafio da Missão na Bolívia


TESTEMUNHO
A Bolívia sempre foi uma terra de missão. Que o diga a Ir. Nelsa Cechinel, uma catarinense de Criciúma, que trabalha no Bairro Plan 3000, a 10 km da cidade de Santa Cruz de La Sierra. Impulsionadas pelo carisma do fundador do Instituto das Filhas do Divino Zelo Santo Anibal Maria di Francia, três irmãs brasileiras atuam como missionárias junto aos pobres, nossos imãos bolivianos.
Ir. Nelsa explica que temos três locais de atuação: “nossa casa, a Capela Virgen de Urkupiña e a Escola Virgen de Urkupiña. Nossa presença quer alimentar o carisma do Rogate: Rogar ao Senhor da Messe que mande operários, isto é: rezar, ensinar a rezar, trabalhar pelas vocações e a ajudar a ser bons operários no mundo. Por isso os campos de atuação são quatro: evangelização, pastoral vocacional, educação e trabalho social”.
O perfil do povo católico, ou cristão é bem religioso. Todos são muito devotos de Nossa Senhora. A maioria é de descendência indígena, pobre, vindo de fora de Santa Cruz. É um povo trabalhador, muito voltado à arte, sem garantias de trabalho, salário, saúde e pouca ajuda para a educação. O Bairro foi criado depois de uma grande inundação onde morreram muitas pessoas.

Trabalho missionário
Nas áreas religiosa e social, as três irmãs buscam animar o trabalho e a oração pelas vocações. Atendem, através de uma farmácia e visitas à pastoral da saúde e cáritas; apóiam a educação com cursos de música, informática, corte, confecção e classes de apoio escolar, por meio do Centro Madre Nazarena Majone. Também ajudam materialmente a muitas crianças e adolescentes para que tenham acesso e permanência nos colégios, através de um programa de Adoção à Distância da Congregação da Filhas do Divino Zelo. Para Ir. Nelsa, o dia a dia da missionária é recheado de alegrias e dificuldades.
As alegrias estão na certeza de que a presença traz socorro, maiores possibilidades na vida e um pouco da presença evangélica de um DEUS QUE É AMOR. Já a dificul Por isso, a opção de ser missionária está no “despojar-me um pouco mais. Fazer menos cálculos,tentar “passar fazendo o bem”, como Jesus. Mostrar dentro da minha fragilidade que Deus é bom”.

Saudade
Viver longe da pátria, da congregação e da família sempre é uma dificuldade, mas contornável, como revela Ir. Nelsa: “Bem, a saudade está ai! Uma coisa que ajuda é esta “coisinha” da internet. Puxa!!! Como ajuda! No mais, é saudade mesmo, menos encontros e... paciência”.

Veja mai: http://pom.org.br/download/jornal/jpm_02_abr_12.pdf

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