albergue zancone: notícias do mês

O Albergue Zancone participou dos seguintes eventos:

FORMAÇÃO DOS COLABORADORES
Antonio Carlos (gerente), Edivalda(psicopedagóga) e Luis (educador social) participaram do Simpósio de Educadores Rogacionista em Crisciúma, tivemos:
Palestras:- Aprender a Ler e Escrever: Um Exercício de Cidadania com a palestrante Miriam do Santos Grilo. No qual se prontificou estar no Albergue quando possível para auxiliar no trabalho pedagógico.
- O Planejamento Pedagógico do Bairro da Juventude para os Gestores com Anésio e Jadna.
- Projeto Político Pedagógico para os Educadores do Bairro da Juventude com Neto Nunes e Ana Zugno.
Fizemos o Laboratório de Comunicação, Consciência Corporal, Informática, Recreação, Lazer e Artes.
Visita ao Bairro da Juventude, onde conhecemos todos os espaços, vimos que uma instituição bem estruturada ajuda muito o trabalho de todos.
Foi uma proposta bem construtiva onde nos proporcionou um novo olhar para melhorar nosso trabalho.
Em nossa U.E. a curto prazo iremos montar uma sala de oficinas.
Á médio prazo vamos estudar e elaborar as atividades á ser oferecida e materiais necessário para executar as atividades.
Á longo prazo montar um laboratório de informática.

Antonio Carlos ( gerente), Edivalda ( psicopedagóga), Rosangela (assistente social) e Maria (educadora) fizeram o curso de Sistema Informação da Situação de Rua, para fazer o cadastro das pessoas em situação de rua.
Rosangela (assistente social), Marta, Ana e Obenilde (educadoras sociais) fizeram o curso O Educador Social e a Educação de Rua com o apoio do Centro de Referencia de Assistencia Social Lapa e Presença Social nas Ruas, este curso trouxe uma discusão sobre a vivência e o atendimento do homem em situação de rua.
Cilmara (cozinheira) fêz o curso do Prato Cheio, sobre congelamento e aproveitamento de alimentos.
Gilson (educador de apoio) e Marcelo (assistente técnico administrativo) fizeram o curso de congelamento no CEAGESP.


EVENTOS SOCIAIS:

A Equipe da Unidade Básica de Saúde e a Equipe do Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto, estiveram no Albergue para realizar o projeto Bom Dia Saúde, o professor Luís deu alongamento, os Agentes de Saúde falaram sobre meio ambiente e preservação do espaço físico, Dr. Arlindo e as enfermeiras Rhavana e Flávia falaram sobre saúde e tratamento.
A Faculdade Rio Branco com seus funcionários e alunos nos proporcionaram um dia alegre com música e lanches para os conviventes do Albergue Zancone.
José Geraldo um dos nossos conviventes deu depoimento ao Jornal da Gente."Adorei a festa, eles trataram a gente muito bem, gostei muito da música e das pessoas".

Estamos participando do Natal Iluminado, onde iremos fazer um boneco de neve para enfeitar a Praça José Roberto.

núcleo socioeducativo santa mariana: intercâmbio

Dia 23 de outubro de 2009 os educandos dos cursos de Técnicas Administrativas e Informática estiveram em visita no Centro para a Juventude (Formação Profissional) -Agente Jovem I e II José Gomes no Ipiranga, lá os educandos com seus respectivos educadores e coordenação conheceram os cursos existentes, participaram de atividades em conjunto e confraternizaram-se com um delicioso almoço, fazendo desde momento, uma grande troca de experiências e vivências.

núcleo sócioeducativo santa marina: reunião de pais

Seguindo nosso cronograna, acontenceu dia 22 de outubro às 19 horas mais uma reunião de pais do CEDESP (Centro de Desenvolvimento Social e Produtivo). Teve como pauta principal a articulação das Entidades Sociais para a manisfestação a favor da Assistência Social que acontecerá dia 13 de novembro, traçamos os combinados e esclaremos as dúvidas e informes gerais.
Em seguida os pais se dirigiram as salas específicas para o segundo momento, onde cada educador detalhou a etapa do curso e o aproveitamento dos educandos.

casa abrigo rogacionista - voluntariado

O grupo de voluntários das Casas Pernambucanas, estiveram presentes à Casa Abrigo, dia 16/10, onde realizaram a doação de brinquedos.
Dia 17/10, estiveram presentes o grupo "Anjos da Guarda", realizando a doação de brinquedos e várias atividades com as crianças e adolescentes. Todos participaram e se envolveram no trabalho desenvolvido.
No domingo, dia 18/10, também estiveram presentes à Unidade Educativa o grupo de voluntários da empresa Redebra, onde trouxeram roupas, doces, bolos, realizando uma festa para todas as crianças e adolescentes do Abrigo.
Um Muito Obrigado a todos os voluntários, que dispõe seu tempo e trabalho em favor do OUTRO.
As crianças e adolescentes agradecem.

casa abrigo rogacionista - voluntariado


As crianças e adolescentes da Casa Abrigo Rogacionista, no dia 12 de Outubro, participaram de um passeio ao Sítio da Vovó em Laranjeiras.
Neste evento, realizaram e participarm de várias atividades, entre elas: encenação da peça "Bodas de Caná" ( ensaiada com as crianças e adolescentes na Unidade Educativa, pela voluntária, senhora Conceição ), jogos na quadra, piscina etc.
Lembrando que este passeio foi patrocinado pelo senhor Raimundo em retribuição a graça recebida - NOSSA SENHORA APARECIDA.
Todas as crianças e adolescentes, ficam agradecidos por gesto tão humano e caridoso.
A todos Um Muito Obrigado.

ceches: notícia do estadão

Creches ainda têm alunos de até 6 anos
Crianças deveriam estar em escola, mas prefeituras não cumprem lei
Filipe Vilicic

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 20 de dezembro de 1996, determina que creches são exclusivamente para crianças de até 3 anos. Mas a Prefeitura de São Paulo desprezou essa regra. Na capital paulista, cerca de 50 mil crianças de 4, 5 e 6 anos ainda frequentam esses centros. Isso é quase um terço do número de atendidos nas creches paulistanas.
São meninos e meninas que, pela lei, deveriam estudar nas escolas municipais de educação infantil (Emeis), e não passar o dia com crianças mais novas. "A ausência de vagas nas Emeis de determinadas regiões fez com que colocássemos as mais velhas nas creches", admite o secretário municipal da Educação, Alexandre Schneider. "O certo seria seguir a lei e matricular as que têm entre 4 e 6 anos nas escolas, onde receberiam ensino mais adequado."
O desrespeito à legislação acontece em outros municípios do País. "Embora a legislação defina a faixa etária, não há fiscalização nem punição para as cidades que não cumprem a determinação", explica Rita Coelho, coordenadora-geral de educação infantil da Secretaria da Educação Básica, órgão do Ministério da Educação (MEC). "No Brasil inteiro há crianças mais velhas nas creches. Mas, desde 2006, existe um esforço do governo federal e dos municípios para organizar o setor."
A intenção é regularizar a situação em paralelo à implantação do ensino fundamental com duração de nove anos (e não mais oito anos como é atualmente). A ampliação do fundamental será obrigatória a partir de 2010. Com isso, crianças com 6 anos ou mais já devem estar matriculadas no ensino fundamental.
A Prefeitura de São Paulo vem transferindo os alunos de 4 a 6 anos para as escolas infantis. Além de regularizar a situação, a iniciativa tem o objetivo de aumentar o número de vagas para as crianças de até 3 anos. Hoje, há uma fila de mais de 80 mil crianças esperando por um lugar nas creches. A Secretaria Municipal da Educação também anunciou um plano para tentar reduzir o número de alunos por sala (mais informações nesta página).
As Emeis conseguem receber um número maior de crianças. Nas creches, são 18 alunos, em média, por sala, atendidos durante dez horas por dia. Nas escolas infantis, são 30 a 35 por classe em períodos que variam de quatro a seis horas.
A mudança, porém, é rejeitada por alguns pais e pelas creches conveniadas (aquelas que são particulares, mas recebem ajuda do município). "Amenizamos falhas do sistema educacional com um trabalho pedagógico melhor que o das Emeis", afirma Cibele Machado, diretora da creche Lina Rodrigues I, na favela de Paraisópolis, que atende cem crianças com idade superior à permitida.
No início de 2008, duas creches no bairro da Água Branca tiveram que fechar as portas. "Nossas instalações eram para crianças de 2 a 6 anos", conta o padre Lédio Milanez, responsável por esses dois centros. "Quando disseram que receberíamos somente crianças de 0 a 3 anos, não conseguimos nos adaptar", completa.
A prefeitura prometeu matricular em Emeis as 120 crianças que deixaram de ir às creches. Porém, elas foram colocadas em escolas distantes de onde moram e as famílias não conseguem levá-las. Segundo o padre, algumas passaram a pedir esmola nos faróis.

ORGANIZAÇÃO
Com a mudança que vem sendo feita para colocar as crianças nas unidades de acordo com a idade correta, Rita Coelho, do MEC, diz que alguns locais tem conseguido organizar melhor o sistema.
"Muito do aumento no atendimento em creches divulgado pelas cidades é só consequência da organização que fazemos. Não há, necessariamente, novas vagas. As antigas que eram ocupadas pelos mais velhos são, agora, dos mais novinhos", diz a coordenadora-geral.

Mães estão insatisfeitas com transferência para escolas
Redução da carga horária das aulas está entre as principais reclamações

Pais de crianças que serão transferidas das creches para as escolas municipais de ensino infantil (Emeis) não estão contentes. Para a diarista Sirlea Florencio Sebastião, a mudança atrapalhará seu emprego. Ela é mãe de Luana, de 4 anos, e Layane, de 3. De segunda a sexta, as duas meninas ficam dez horas por dia em uma creche da favela de Paraisópolis, perto de onde a família mora.
No ano que vem, elas deverão ir para escolas municipais distantes de sua casa, onde permanecerão quatro horas por dia. "Planejo abandonar o emprego para levá-las e buscá-las", afirma Sirlea. "Estou triste porque sei que o atendimento na creche é muito melhor que o das Emeis. Hoje, elas estão seguras, fazem cinco refeições diárias, dormem, brincam. Nas escolas, não terão nada disso."
A manicure Marineide Alves de Lima, cujo caçula, Pablo, de 4 anos, frequenta o mesmo centro, também está revoltada. "Como no ano que vem meu filho terá que se matricular em uma Emei, precisarei contratar alguém para cuidar dele em casa ou, se não tiver dinheiro, o deixarei com o irmão mais velho, que tem 8 anos", diz. "E acho que, fora da creche, o Pablo também não se alimentará tão bem. Não conseguirei dar as mesmas cinco refeições que ganha hoje."
As 116 mães das crianças atendidas nesse centro fizeram um abaixo-assinado no começo do ano para que seus filhos não fossem para as escolas municipais. O pedido foi enviado para a prefeitura, que respondeu dizendo que elas deveriam optar em qual Emei preferiam que os filhos estudassem.
BENEFÍCIOS
A pedagoga Macilene Almeida Leite, diretora de uma creche conveniada com a prefeitura na zona norte de São Paulo, lembra que um dos objetivos da transferência dos alunos de 4 a 6 anos para as escolas é adequar o ensino à idade. "No futuro, a situação será muito melhor para essas crianças, que receberão um ensino mais focado em sua idade", afirma. "Além disso, é necessário seguir a legislação."
A pedagoga Fátima Rotta Furnaletti, professora da Universidade Estadual Paulista (Unesp), diz que as famílias terão de adequar sua rotina às mudanças. "Os pais deverão adequar seus trabalhos. Aposto que muitos não conseguirão se adaptar e deixarão os filhos nas ruas ou trancados em casa." Para ela, a medida pode ser benéfica. "É preciso regulamentar a situação e seguir a lei", analisa. "Porém, deve ser questionado se as escolas têm infraestrutura para receber as crianças."
Segundo o coordenador do Fórum de Educação Infantil de São Paulo, William Lisboa, as Emeis terão que se adaptar para atender as crianças que migrarão. "Precisam, no mínimo, criar mais salas, diminuir o número de alunos por classe, aumentar a quantidade de professores e oferecer mais refeições", afirma."
Mas ainda há outro problema. Muitas das crianças não conseguirão estudar porque as escolas são muito longe de suas casas", completa o coordenador. Lisboa destaca que há casos de alunos com menos de 6 anos que foram tirados das creches e hoje ficam sozinhos nas ruas das favelas por não terem como ir às Emeis.
Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20091019/not_imp452776,0.php

instituto rogacionista: simpósio de educadores

De 14 a 16 de outubro aconteceu em Criciúma-SC o Simpósio de Educadores Rogacionista, onde estiveram presentes os gestores, coordenadores e educadores das Unidades Sócio-Educativas das diversas obras educativas rogacionistas do Brasil. O evento já faz parte da programação da província, acontece a cada dois anos nas cidades onde os Rogacionistas estão presentes. Este ano o Simpósio aconteceu em Criciúma devido a comemoração dos 50 anos do Seminário e do Colégio Rogacionista e dos 60 anos do Bairro da Juventude.
O Simpósio teve como tema: "O Fazer Sócio-Educativo na Perspectiva da Educação de Qualidade", tendo Mirian Grillo como assessora pedagógica. Os coordenadores pedagógicos e os educadores participaram dos Laboratórios Educativos(metodologia utilizada pelo Bairro da Juventude) e de palestra sobre Projeto Político Pedagógico, enquanto os Gestores conheceram um pouco o funcionamento do setor de marketing e das diversas formas de captação de recursos realizadas pelo Bairro, tiveram também uma palestra sobre Planejamento Estratégico com o Professor Pieri, da UNESC.
O simpósio fortaleceu a nossa missão de acolher, evangelizar e educar, mas também, de que necessitamos estabelecer estratégias de sustentabilidade econômica financeira numa perspectiva de melhoria do nosso trabalho.

núcleo socioeducativo santa marina: dia das crianças

No dia 12 de outubro, Dia das Crianças, os educandos do CCA visitaram a quadra da Mancha Verde.
A Torcida da Mancha Verde promoveu um dia muito especial para as crianças, realizando uma big festa com muita diversão e emoção.
Sem dúvida, um dia de muita alegria, descontração e acima de tudo de grande integração entre os participantes da Mancha Verde com os educandos.

núcleo socioeducativo santa marina: dia feliz no instituto




No dia 09 de outubro, sexta-feira, os educandos do CRER (Conselho dos Representantes dos Educandos Rogacionistas) prepararam um dia muito especial para as crianças e adolescentes do CCA. Foi um dia muito gostoso, com diversas atividades educativas, oficinas, brincadeiras, entre outras.
Todos os educandos do CRER estavam fantasiados de personagens infantis, o que alegrou muito mais o dia.
Obrigado e parabéns a todos os educandos do CRER que tornaram este dia inesquecível .

núcleo socioeducativo santa marina: capoeira

Dia 02/10 realizamos o VI Batizado de Capoeira do Instituto Rogacionista, no campus da UNIP Marquês de São Vicente. Uma festa onde as crianças, os adolescentes e os jovens da Unidade Educativa que participam da Oficina de Capoeira recebem suas cordas. Este é um momento de confraternização e de resultados do trabalho desenvolvido, os participantes são reconhecidos como capoeiristas. Tivemos uma participação de 60 crianças do CCA e CEDESP.
Na abertura foi apresentada a oficina de música, sob o comando de Bruno Degani.
A todos os educandos, familiares e colaboradores presentes e ao educador responsável pelo evento, Parabéns!

casa abrigo Rogacionista - trabalho voluntário

Neste sábado, dia 03/10/09, as crianças e adolescentes da Casa Abrigo Rogacionista, participaram de passeio a Guarapiranga, conhecido como solo sagrado.
Este passeio foi patrocinado pela Fundação Mokiti Okada, que também presenteou as crianças e adolescentes com brinquedos e doces.
No domingo, dia 04/10/09, a colaboradora Nádia, esteve na Casa Abrigo Rogacionista, presenteando as crianças e adolescentes com roupas e festa com bolo e doces em geral.
A todos os colaboradores do nosso trabalho, Um Muito Obrigado.
Das crianças e adolescentes e de toda a equipe da Casa Abrigo.